Os principais filmes de Hector Babenco

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Morreu nesta quarta-feira, aos 70 anos, o cineasta Hector Babenco. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta das 22h50m e faleceu no Hospital Sírio Libanês.

A informação foi confirmada pela produtora do cineasta e pela assessoria do hospital. Segundo a produtora, Babenco estava com sinusite e foi internado na terça-feira para se submeter a um procedimento simples, do qual se recuperava bem quando teve a parada.

O velório acontecerá nesta sexta, entre 10h e 15h, na sala BNDES da Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Em forma de homenagem, O GEEKD lista abaixo os principais filmes do cineasta:

‘O rei da noite’ (1975)

Foi o primeiro filme de ficção dirigido por Hector Babenco, com Paulo José no papel de Tertuliano e Marília Pêra como Pupi, uma cantora de cabaré que se apresentava como ‘A rainha da noite’

‘Lúcio Flávio, o passageiro da agonia’ (1976)

A história de um famoso bandido dos anos 1970 teve grande bilheteria no Brasil e rendeu o Kikito de melhor ator a Reginaldo Faria

‘Pixote: A lei do mais fraco’ (1980)

Estrelado por Marília Pêra, é considerado um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos e recebeu indicação ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 1982.

‘O beijo da mulher aranha’ (1985)

Com um elenco internacional e falado em inglês, o filme deu a William Hurt o Oscar de melhor ator em 1986, além de concorrer nas categorias de melhor filme, direção e roteiro

‘Ironweed’ (1987)

O longa sobre dois alcóolatras vividos por Maryl Streep e Jack Nicholson rendeu ao casal indicações aos prêmios de atuação no Oscar de 1988.

‘Brincando nos campos do senhor’ (1991)

Baseado no livro de Peter Matthiessen, o filme sobre missionários cristãos na selva amazônica era acompanhado pela belíssima trilha de Zbigniew Preisner.

‘Carandiru’ (2003)

Baseado no livro de Dráuzio Varella, o filme sobre detentos no maior presídio brasileiro dos anos 1990 foi um grande sucesso no país. O longa foi indicado à Palma de Ouro em Cannes.

‘Meu amigo hindu’ (2015)
O último fime de Babenco é considerado autobiográfico e mostra Willem Dafoe como um diretor de cinema, que, após ser diagnosticado com câncer, mergulha na própria história.

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